Outubro rosa e a mulher que enfrentou o câncer de peito aberto

Este é o mês em que monumentos de grandes cidades pelo mundo se iluminam de rosa – até o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. Que representantes do governo, hospitais, ONGs e empresas vão fazer eventos cor-de-rosa, como caminhadas e apresentações musicais. Mulheres – e homens também! – vão exibir no peito um lacinho dessa cor, nem que seja na foto de perfil no Facebook. Porque outubro é o mês de conscientização contra o câncer de mama.

A ideia de chamar a atenção da população para a importância de as mulheres fazerem mamografia a partir dos 40 anos e autoexame regularmente surgiu na década de 1990, nos Estados Unidos. Por lá, multiplicavam-se os movimentos a favor da saúde feminina em outubro. Mas as iniciativas eram independentes – uma aqui, outra lá. E, por isso, menos eficientes. Até que o governo oficializou o outubro rosa, e não só as ações ganharam força nacionalmente como inspiraram outros países, como o Brasil, a seguir o exemplo.

Mas foi uma mulher que fez a diferença nessa história: Evelyn, uma austríaca de origem judaica que precisou fugir com a família para Nova York depois que Hitler invadiu seu país. Lá, naturalizou-se americana e se casou com Leonard. Ele e os pais tinham uma pequena fábrica de cosméticos, com quatro produtos. O casal teve dois filhos e seguia a vida normalmente, até que em 1989, Evelyn foi diagnosticada com câncer de mama. Os negócios da família iam bem e, em 1992, ela e o marido fundaram uma Fundação para pesquisas sobre a doença. E mais: em parceria com a jornalista Alexandra Penney criou o símbolo máximo da luta contra o câncer de mama, o laço cor-de-rosa. Evelyn venceu a primeira batalha, mas em 2007 enfrentaria outra, contra um câncer no ovário. Desta vez, ela se foi, em 2011, aos 75 anos. E o marido continua à frente dos negócios e da causa, espalhando pelos quatro cantos o ideal de um mundo sem câncer de mama. Sua empresa já distribuiu mais de 115 milhões de lacinhos cor-de-rosa e arrecadou outros tantos milhões para instituições e pesquisas que ajudam as mulheres de todos os continentes. Evelyn está mais viva do que nunca. O sobrenome da família? Lauder, de Estée Lauder, mãe de Leonard. A Estée Lauder é uma das maiores companhias de beleza do mundo, dona de 25 marcas poderosas, como Mac e Clinique

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, entre 2012 e 2013, 53 mil novos casos da doença vão surgir no Brasil. E a chance de cura pode chegar a 100% se o diagnóstico for precoce. Portanto, é hora de nos conscientizarmos e cobrarmos os outros, mulheres e homens que as amam, a fazer o mesmo. Porque juntas somos mais fortes, até mesmo para enfrentar o mal. Nós do Diva’s Secrets apoiamos a causa – e você?

Camisola Florallys. Foto: divulgação

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